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terça-feira, 9 de julho de 2013

Texto 2 - VIEIRA, A. T. Funções e papéis da tecnologia.



Universidade de Brasília

Curso de Especialização em Gestão Escolar

Disciplina: Introdução ao Curso e ao Ambiente de Aprendizagem

Unidade II: TIC, inovação educacional e gestão escolar 
Professor coordenador: Leonardo Lazarte 
Disciplina: Oficinas tecnológicas - Professor Pedro Andrade

Professora tutora: Eliene Cleuse Ribeiro Sousa

Pós-graduanda: Juliana Pereira de Melo





FICHAMENTO TEXTO 2



VIEIRA, Alexandre Thomaz. Funções e papéis da tecnologia. PUC-SP: São Paulo, 2004. Disponível em http://moodle.mec.gov.br/unb/mod/data/view.php?id=1135, acesso em 30/06/2013.


Nesse texto, observamos que Vieira reitera a necessidade do professor dominar o uso das tecnologias na sua atividade diária. No primeiro momento, ele nos diz que esse “trabalho só se concretiza quando o professor domina os conceitos e as práticas relacionadas com a tecnologia”. P. 1 Acredito que o fundamental é se arriscar a utilizar as tecnologias, e não ter medo de aprender, pois muitas pessoas apresentam medo em tentar ligar o computador, o datashow etc.
Vieira também diferencia informação de conhecimento, dados e informações. Nesse texto, ele revela que os dados geram informações, e por sua vez as informações geram o conhecimento. “Conhecimento não é dado nem informação, embora ambos estejam relacionados.”p. 1

Os dados são fatos que podem ser interpretados e gerar informações. Mas a “confusão entre dado, informação e conhecimento gera enormes gastos de tempo e dinheiro em projetos que nem sempre são adequados para uma certa instituição.” Página 1.
Na página três ele nos diz como analisar os dados:
Cálculo: os dados podem ser analisados matematicamente ou estatisticamente. Prosseguindo com exemplo, podemos calcular o porcentual de alunos que não conseguiu nota 5, nota 7 e assim por diante, bem como fazermos comparações entre as notas do diurno com o noturno, ou da classe cujo professor é A com aquela em que o professor é B.
-Correção: dados errados, ou pouco confiáveis, são eliminados.
- Condensação: os dados podem ser organizados em tabelas, em resumos, de modo mais conciso. Por exemplo, podemos simplesmente dizer que no mês de maio, todos os alunos tiraram nota superior a 5 em L.P.

Esses dados analisados, teremos então informações, essas por sua vez podem virar conhecimento, dependendo a interpretação humana, na página 5 Vieira, destaca que a criação de condições para acessar o conhecimento:
Temos que criar condições para que um determinado conhecimento possa ser acessado, seja por meio de relações diretas (presenciais ou virtuais) entre pessoas que os detêm — simplesmente porque trabalham juntas, no mesmo ambiente, ou a partir de reflexões que realizam a respeito de rotinas e procedimentos já estruturados em uma instituição escolar

Esse conhecimento gerado pode e deve ser compartilhado, discutido e avaliado dentro das instituições escolares e deve ter uma intenção clara na intenção clara. p. 8.
As questões apresentadas ao final do texto nos inquietam, já que a secretaria de educação não nos oferece um sistema informatizado confiável. Esse ano, ao fazermos um levantamento do indicie de reprovação dos 3ºanos e 5º.anos, para subsidiar a discussão da implantação do segundo ciclo do Ensino Fundamental, esbarramos em dados inconsistentes e não confiáveis, foi necessário fazer a mão a contagem dos alunos reprovados e aprovados no ano de 2012.
E nos depararmos com problemas semelhantes já que nossos recursos tecnológicos, como o sistema de matrículas ou nossos computadores, muitas vezes estragam, e mesmo abrindo chamado, não há pessoas suficientes para atender a esse chamado na instituição escolar.
Essa vontade de analisar, pesquisar as informações relevantes e informatizá-las, já existe entre alguns profissionais da educação, esbarramos na falta de investimento e políticas públicas não só no âmbito da instituição escolar, mas em toda a secretaria de educação do DF.

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